Na asa do vento, coisas de partir. O bico sabe o tempo certo de deixar paradeiro velho, o amor também sabe partir resistências, reticências... medos, cismas... que ciscavas no chão seguro. O amor parte pro leste na primavera onde o sol nasce e a gente parte e se parte, no tempo certo pra deixar derradeiro velho acolho passageiro risco nas asas de um bandoleiro cada bico encontra seu destino.
diluir a dor com o antídoto do teu amor toma-me tempo demais pelas frestas dos teus braços futuro etéreo de paz? Não, você existe - e isso basta. cinestesia pura, gostosa, matuta: eu não tenho tempo para nada amar você me custa poesia demais.
Em fúria despetalei a rosa para ver o que nela tinha Era rosa não era abóbora pesada que concebia. O medo do tempo tornou-me ainda descabida que tratei de destruir a aparência Sendo imanente a pele sedosa. Há quem comece pelo fim pelo medo do que finda.
Comentários
Postar um comentário